Quando o Luís Miguel Rocha Entrou na Minha Vida Sem Bater à Porta - Quando finalmente o conheci de relance no lançamento dos Contos Soltos.

 

1.3 Contos Soltos, um livro sobre autismo, principalmente sobre o Sr. Carneiro.

 

             Sempre gostei de escrever, quando não tinha computador eu escrevia contos sem fim em cadernos de capa preta. Escrevia sobre sonhos que nunca se realizaram, sobre mim que era mais independente e livre. Como por exemplo num dos contos eu fui a Australia conhecer o Russell Crowe e todo o livro era eu a descrever os meus dias na sua quinta. Se um dia ficar famoso iria por muitos Vilacianos a discutirem se estes contos seriam verdade ou invenção do escritor, como o livro do George Orwell “Na penuria em Paris e Londres”. Uma professora que leu disse que se não me conhece-se diria que eu fui aos oscares com o Russell Crowe quando ele recebeu o oscar de melhor actor pelo o filme “Gladiador” porque eu descrevi o momento como se tivesse estado lá. 

          O livro “Contos Soltos” foi o realizar de um sonho, um livro sobre o autismo, mas precisamente sobre o Sr. Carneiro, o motorista da APPDA-Norte que eu tinha na altura uma grande admiração para mim.  O dia 3 de Dezembro irá ficar marcado como o dia em que realizei um sonho, fui a televisão e tive o lançamento do meu livro na Fnac no Gaia Shopping. Também foi o dia que conheci o Luís Miguel Rocha. O livro “Contos Soltos” falava de todos da associações em situações Family Guy e Simpsons, depois falava da minha admiração pelo o Sr. Carneiro como o conto “Conhecer o Sr. Carneiro nos anos 60”.  Pode parecer parvo mas ouve quem acreditasse que eu tinha o objeto japones que me levava para o passado e futuro ou que eu tive num tiroteiro na igreja de S. Ouvido para salvar uma amiga como agente do Vaticano. Na sessão de autografos eu vi o Luís Miguel Rocha a minha frente com o meu livro, nunca me ei de esquecer deste momento, eu sorri para ele e ele me comprimentou e eu assinei o seu livro e ele lembrou-se de me dar o seu novo livro “Bala Santa” e foi se embora. Quando me lembrei que ele não me tinha assinado o livro “Ultimo Papa”, fiquei aflito, a minha irmã perguntou o que se passava e eu pedi para encontrar o escritor de a pouco e pedir para assinar o “ultimo Papa”. Minha irmã regressou como livro autografado e depois contou que ele humilmente disse que o dia era meu e não o dele, mas mesmo assim me autografou o livro.  Os dias que se seguiram mesmo depois de ter conhecido o Rui Veloso foram menotomos, foi quando me sentei a frente do computador e vi um e-mail dele que me deixou esperançoso.

             Era de um aderesso de um e-mail diferente, não era o que estava nos livros para os fãs fazerem pergunta a ele, mas o dele. Eu abri e o Luís Miguel Rocha explicava que aquele e-mail era o seu pessoal e tinha também o seu numero de telemovel e ele queria convidar-me para um café num lugar a minha escolha. Fiquei tão feliz contei até três e escrevi a ele que eu ia todos os sábados ao continente de Matosinhos, podiamos nos encontrar no café da Fnac e tambem lhe dei o meu numero de telemovel, não demorou muito a responder a minha mensagem dizendo que estaria lá as 15 horas.  Depois disse que já tinha lido o meu livro, tendo um carinho especial pelo o meu conto “Amizade”.

 

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